Saturday, November 24, 2012

Austro Phenix

Continuo a ser Phenix renascendo das cinzas cada vez que me inspiro nas lições que deixaste. Austro, mais um pai que foi pai-irmao no amor que até hoje continua a renascer e a resgatar a todos que olham para esse amor. Eu sei que a tua presença é eterna...
Obrigada por plantar pegadas comigo, Obrigada pelo sorriso, Obrigada pela visita, Obrigada pelo guia, Obrigada pela Alquimia de volta ao AMOR ANTIGO, Obrigada por mostrar-me quem sou sem nunca violar minha propria vontade de ver-me... Obrigada pelos amigos que fiz através de ti, Obrigada pelo pai e pela mãe que foste para minha mãe e meus irmãos. Obrigada por toda a jornada que continuará depois de ti em honra a todos os phenix's que despertaste... Na tua partida está a tua volta porque aprendi de ti que nada se perde, tudo se transforma.... Um grande Abraço meu amigo, pai e irmão... Dja
Tu olha por nós dai e nos te vemos daqui... Um abraço ao Austro nos Astros... Boa Jornada...
Tua Mana 
I'll forever be the Phenix reborn from the ashes every time I breathe in the lessons you left. Austro, my father-brother who was the father and brother of all by love. Love that continues to give life and redeem all, anyone willing to look at this love. I know that your presence is eternal ...
Thank you for leaving footprints with me, Thank you for your smile, Thank you for visiting me, Thank you for the guidance, Thank you for the Alchemy back to the ANCIENT LOVE, Thank you for showing me who I am without ever violating my own desire to see myself ... Thank you for the friends I made through you, Thank you for the father and mother that you were to my mother and my brothers. Thank you for the whole journey that will continue after thee in honor of all the many phenix's you've awakened ... In this farewell is your return because I learned from you that nothing is lost, everything is transformed.... A transcended hug my friend, father and brother ... Dja

Monday, November 19, 2012

Djanine

" You're a sweet crusader, and you're on your way. 
You're the last great innocent, and that's why I love you...
So take this moment Djanine, and be self-full.
And worry not about the people that go by. 
Cause all that matters Djanine, is your freedom.
So keep warm my dear, keep dry..."
-AM
"Você é uma doce guerreira, e você está no caminho.
Você é a última grande inocente, e é por isso que eu te amo ...
Então pegue este instante Djanine, para ser completa.
E não se preocupe com as pessoas que passam.
Porque tudo que importa Djanine, é a sua liberdade.
Portanto, mantenha-se agasalhada minha querida, e n
ão se molhe ... "
-AM

Sunday, November 18, 2012

Um Instante - An Instante

O milagre esta' em cada instante dedicado ao divino. Somente milagres podem "ver" o que os olhos nao enxergam. Nao existem limites para qualquer milagre porque milagres sao obras de Deus.
Love, Dja
A miracle is in every instant dedicated to the divine. Only miracles can "see" what the eyes can not. There are no limits to any miracle because every miracle is the work of God.
Love, Dja

Saturday, November 10, 2012

A Ponte - The Bridge

O primeiro passo em aceitar que dentro de nos mesmos habita a ponte para a travessia entre o que nao existe e quem realmente somos, e' a vontade de querer passar....
Com Amor, Dja
The first step in accepting that within ourselves lives the bridge for the crossing between what does not exist and who we really are, is the will to want to cross it.... 
Love, Dja

Tuesday, November 6, 2012

Tribute to Simplicity –



 Even with my limited experience with my Papa “Dio” I Know I knew him well. He tucked me under his wing, gave me a shot of whiskey, and taught me how to fly by the seat of my pants.
We Laughed in the same voice though we spoke in different tongues. We shared the same concerns and took our love seriously. Language was no barrier when so much could be said through a glance, a smile, a grin, a hug, a kiss and a glass raised in praise. He made me feel so at home in his presence and so loved as a true son of his. This Immediate acceptance of me as his own added years onto our relationship – instantly.
We Joked. We drank, we laughed, we cried and we hugged – I miss you Dio and Love you so much. Thank you for who you are and Thank you for your Beautiful Daughter – who I will always cherish and honor in your name..
See you soon enough Papa. XxX
Brian.

Mesmo tendo sido uma experiência limitada com meu Papa "Dio" Eu sei que eu o conhecia bem. Ele colocou-me debaixo de sua asa, deu-me uma dose de uísque, e me ensinou a voar no momento que dividimos.
Nós rimos com a mesma voz ainda que falassemos em línguas diferentes. Nós compartilhamos as mesmas preocupações e levamos o nosso amor a sério. A
língua não foi nenhuma barreira quando muito pode ser dito através de um olhar, um sorriso, uma gargalhada, um abraço, um beijo e um copo levantado em louvor a alegria de se estar junto. Ele me fez sentir tão em casa e tão amado como um verdadeiro filho seu. Esta aceitação imediata de mim, como seu próprio, adicionaram anos em nosso relacionamento - instantaneamente.
Nós brincamos, bebemos, sorrimos, choramos e nos abraçamos - Eu sinto sua falta Dio e te amo muito. Obrigado por quem você é e Obrigado por sua filha linda - que eu sempre vou amar e honrar em seu nome...

Te vejo novamente um dia, Papa. XxX
Brian.
(Traduzido por Dja)

Cacique Seattle


Cacique Seattle

Discurso pronunciado após a fala do encarregado de negócios indígenas do governo norte-americano haver dado a entender que desejava adquirir as terras de sua tribo Duwamish:

O grande chefe de Washington mandou dizer que desejava comprar a nossa terra, o grande chefe assegurou-nos também de sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não precisa de nossa amizade.Vamos, porém, pensar em sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra.

O grande chefe de Washington pode confiar no que o Chefe Seattle diz, com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano.Minhas palavras são como as estrelas que nunca empalidecem.

Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia nos é estranha. Se não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo, cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada véu de neblina na floresta escura, cada clareira e inseto a zumbir, são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho.

O homem branco esquece a sua terra natal, quando - depois de morto - vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem esta formosa terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra, e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia - são nossos irmãos. As cristas rochosas, os sumos da campina, o calor que emana do corpo de um mustang, e o homem - todos pertencem à mesma família.

Portanto, quando o grande chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, ele exige muito de nós. O grande chefe manda dizer que irá reservar para nós um lugar em que possamos viver confortavelmente. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, vamos considerar a tua oferta de comprar nossa terra... Mas não vai ser fácil, porque esta terra é para nós sagrada.

Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim, o sangue de nossos ancestrais. Se te vendermos a terra, terás de te lembrar que ela é sagrada, e terás de ensinar também a teus filhos que é sagrada, e que cada reflexo espectral na água límpida dos lagos conta os eventos e as recordações da vida de meu povo. O rumorejar d'água é a voz do pai de meu pai. Os rios são nossos irmãos, eles apagam nossa sede. Os rios transportam nossas canoas e alimentam nossos filhos. Se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar e ensinar a teus filhos que os rios são irmãos nossos e teus, e terás de dispensar aos rios a afabilidade que darias a um irmão.

Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um lote de terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite, e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e depois de a conquistar, ele vai embora, deixa para trás os túmulos de seus antepassados, e nem se importa. Arrebata a terra das mãos de seus filhos e não se importa. Ficam esquecidos a sepultura de seu pai e o direito de seus filhos à herança. Ele trata sua mãe - a terra - e seu irmão - o céu - como coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelha ou miçanga cintilante. Sua voracidade arruinará a terra, deixando para trás apenas um deserto.

Não sei... Nossos modos diferem dos teus. A vista de tuas cidades causa tormento aos olhos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que de nada entende... Não há sequer um lugar calmo nas cidades do homem branco. Não há lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera, ou o tinir das assa de um inseto. Mas talvez assim seja, por ser eu um selvagem que nada compreende; o barulho parece apenas insultar os ouvidos... E que vida é aquela, se um homem não pode ouvir a voz solitária do curiango ou, de noite, a conversa dos sapos em volta de um brejo? Sou um homem vermelho e nada compreendo... O índio prefere o suave sussurro do vento a sobrevoar a superfície de uma lagoa, e o cheiro do próprio vento, purificado por uma chuva do meio-dia, ou recendendo a pinheiro.

O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem. O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. Mas se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar reparte seu espírito com toda a vida que ele sustenta. O vento que deu ao nosso bisavô o seu primeiro sopro de vida, também recebe o seu último suspiro. E se te vendermos nossa terra, deverás mantê-la reservada, feita santuário, como um lugar em que o próprio homem branco possa ir saborear o vento, adoçado com a fragrância das flores campestres.

Assim pois, vamos considerar tua oferta para comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, farei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e desconheço que possa ser de outro jeito. Tenho visto milhares de bisões apodrecendo na pradaria, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem em movimento. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante do que o bisão que (nós - os índios) matamos apenas para o sustento de nossa vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo quanto acontece aos animais, logo acontece ao homem. Tudo está relacionado entre si. 

Deves ensinar a teus filhos que o chão debaixo de seus pés são as cinzas de nossos antepassados; para que tenham respeito ao seu país, conta a teus filhos que a riqueza da terra são as vidas da parentela nossa. Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos: que a terra é nossa mãe. Tudo quanto fere a terra - fere os filhos da terra. Se os homens cospem no chão, cospem sobre eles próprios. De uma coisa sabemos. A terra não pertence ao homem: é o homem que pertence à terra, disso temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a trama da vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo o que ele fizer à trama, a si próprio fará.

Os nossos filhos viram seus pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio, envenenando seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias - eles não são muitos. Mais algumas horas, mesmos uns invernos, e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nesta terra, ou que têm vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará, para chorar sobre os túmulos de um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso. Nem o homem branco, cujo Deus com ele passeia e conversa como que de amigo para amigo, pode ser isento do destino comum. Poderíamos ser irmãos, apesar de tudo. Vamos ver... De uma coisa sabemos, que o homem branco venha um dia a descobrir: nosso Deus é o mesmo Deus. Talvez julgues, agora, que O podes possuir do mesmo jeito como desejas possuir nossa terra; mas não podes. Ele é Deus da humanidade inteira e é igual sua piedade para com o homem vermelho e o homem branco. Esta terra é querida por ele, e causar dano à terra é cumular de desprezo o seu criador. Os brancos também vão acabar; talvez mais cedo do que todas as outras raças. Continuas poluindo a tua cama e hás de morrer uma noite, sufocado em teus próprios desejos.

Porém, ao perecerem, vocês brilharão com fulgor, abrasados, pela força de Deus que os trouxe a este país e, por algum desígnio especial, lhes deu o domínio sobre esta terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é para nós um mistério, pois não podemos imaginar como será, quando todos os bisões forem massacrados, os cavalos bravios domados, as brenhas das florestas carregadas de odor de muita gente, e a vista das velhas colinas empanada por fios que falam (eletricidade, telefone, tecnologia). Onde ficará o emaranhado da mata? Terá acabado. Onde estará a águia? Irá acabar. Restará dar adeus à andorinha e à caça; será o fim da vida e o começo da luta para sobreviver.

Compreenderíamos, talvez, se conhecêssemos com o que sonha o homem branco, se soubéssemos quais as esperanças que transmite a seus filhos nas longas noites de inverno; quais as visões do futuro que oferece às suas mentes, para que possam formar desejos para o dia de amanhã. Somos, porém, selvagens... Os sonhos do homem branco são para nós ocultos, e por serem ocultos, temos de escolher nosso próprio caminho. Se consentirmos, será para garantir as reservas que nos prometestes. Lá, talvez, possamos viver o nossos últimos dias conforme desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará vivendo nestas florestas e praias, porque nós a amamos como ama um recém-nascido o bater do coração de sua mãe. 

Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Proteja-a como nós a protegíamos. Nunca esqueças de como era esta terra quando dela tomaste posse: E com toda a tua força, o teu poder e todo o teu coração - conserva-a para teus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. De uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus, esta terra é por ele amada. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum.

Fonte: "Trechos de um diário: O Cacique Seattle: Um cavalheiro por instinto". 10º artigo da série “Primeiras Reminiscências” - Seattle Sunday Star, 29 de outubro de 1887 do articulista Henry Smith

Saturday, November 3, 2012

Pai Na Terra - Father On Earth

Quanto privilegiada sou eu (sem nenhuma pretensão, até pouco tempo atrás eu não me sentia assim) por ter tantas figuras paternas que me ensinaram a amar de maneiras completamente diferentes, mas profundas... O pai que aceitou trazer-me aqui, o que escolhi como portal dessa dimensão de lições... Como sou humildemente grata pela troca de amor que expande-se em todo lugar onde o mesmo acontece com todos os meus irmãos e irmãs no divino... Sinto uma tristeza que ainda não abandonou completamente a ilusão "de fora". Essa chora em despedida da forma... Continuo aprendendo e penso que ao menos por não sentir desespero neste momento, sou grata. Ainda que com dor, valorizo esse pequeno aprendizado. Lembro de ti, um de meus pais na terra, como um menino que fazia de tudo pra se divertir... Um pai que fazia de tudo pra arrancar um sorriso meu, um homen que nao via diferenças entre o povo. Ele sentava pra "tomar uma" com o rico e com o pobre. Dava gargalhadas com o Pescador e o Governador de sua Vila... Na paz eu te libero ao Teu Pai No Divino, que tambem é O Meu Pai...
Te amo muito, sempre, para sempre...
Tua Nine

So privileged I am (without any pretention) for having so many father figures who taught me to love in completely different ways but deeply ... The father who wanted to bring me here, which I chose as the portal to this dimension of lessons ... I am so humbly grateful for the love translated in both our choices and it expands everywhere where the same happens with all my brothers and sisters in the divine ... A sadness in me that still has not completely abandoned the illusion of what is "outside" of me cries a "goodbye" for the form I'm so used to... I am still learning and I think that at least for the moment, desperation is not experienced, and I value this little lesson I learn. I'll always remember you, one of my parents on Earth, as a boy who did everything to have fun ... A father who did everything to put a smile on my face, a man who does not see differences between people. He sat to "drink one" with the rich and the poor. He had a laugh with the fisherman and the Governor of his village ... In Peace I release you to your Father In The Divine, Whom is also My Father ...

I Love You very much, always, forever ...
Your Daughter,
Dja