Thursday, January 14, 2016

Sentimentos e Emoções - Feelings and Emotions

Lidando com as Emoções
 





Queridos amigos,
Estou encantado de estar com vocês novamente e me comunicar com vocês desta forma. Devo lhes dizer que isto também significa muito para mim. Eu tenho muito carinho por estes encontros, pois, desta forma, Eu posso chegar mais perto de vocês do que a partir do seu próprio plano de realidade.
Mas Eu sempre vivo nos seus corações e Eu espero por momentos do seu tempo, em que vocês estão abertos e suscetíveis à minha energia. A minha energia, a energia Crística que está renascendo nesta época, não é somente minha energia. Ela não é simplesmente a energia de um homem que viveu na Terra numa época: ela é um campo de energia coletivo, do qual vocês fazem parte de uma forma mais profunda do que vocês percebem.
Uma vez vocês fizeram um voto, vocês todos estabeleceram a sua intenção de levar esta energia para a realidade da Terra, de ancorá-la na Terra. Durante muitas vidas, muitos séculos, vocês trabalharam nessa missão. Vocês todos estão no processo de dar à luz a semente Crística que existe dentro de vocês, e Eu estou ajudando-os. Eu fui um precursor, mas a propagação da semente Crística foi um esforço coletivo. Até mesmo a minha vinda à Terra só foi possível graças ao campo de energia que estava presente aqui, criado por vocês. Nós trabalhamos juntos, nós somos uma unidade.
Portanto, Eu sou acessível a todos vocês. Eu não estou exclusivamente disponível para uma única pessoa. Eu estou a serviço de todos vocês.
Hoje Eu quero falar sobre uma questão que os toca profunda e freqüentemente na sua vida cotidiana. É sobre lidar com as emoções.
Na última vez Eu falei sobre as energias masculina e feminina que correm através dos seus campos de energia e chakras. Eu enfatizei a importância de curar os três chakras inferiores, como um dos requisitos para se tornarem inteiros e completos em si mesmos. Eu achei que era importante enfatizar isto, porque alguns de vocês, que anseiam pelo espiritual, têm a tendência de se reservar – tanto em pensamentos, quanto em sentimentos – aos chakras superiores.
O cardíaco, o terceiro olho e o chakra coronário são atraentes para vocês, porque estes centros de energia levam-nos a contatar os reinos mais elevados que são tão naturais para vocês. Mas a verdadeira ruptura interior deve ocorrer agora no nível inferior, na área dos chakras inferiores, mais perto da Terra.
A área das emoções é uma área vital no processo de crescimento em direção à liberdade e à integridade. Vocês são seres espirituais. Vocês vieram de um plano de realidade, onde a densidade e a rotina da realidade da Terra era desconhecida por vocês. Agüentar isto foi difícil.
Através de muitas vidas, vocês tentaram expressar a sua energia cósmica aqui na Terra. E nesta expressão, na canalização da sua energia para a Terra, muitos traumas profundos foram criados. O corpo emocional, que todos vocês possuem, está repleto de ferimentos e traumas. É disto que Eu vou falar hoje.
Qualquer pessoa que está no caminho do crescimento interior sabe da importância das emoções: que vocês não devem reprimi-las, que vocês devem chegar a um acordo com elas, que vocês finalmente devem libera-las. Mas nem sempre está claro como isso realmente funciona
Primeiro Eu quero fazer uma distinção entre emoções e sentimentos.
Não estou preocupado aqui com termos ou rótulos – vocês podem lhes dar nomes diferentes – mas Eu quero fazer uma distinção entre emoções, no sentido de energias que são essencialmente expressões de mal-entendimentos, e sentimentos ou energias que são uma forma de maior entendimento. Os sentimentos são os seus professores, enquanto as emoções são as suas crianças.
Emoções são energias que têm uma manifestação clara no corpo físico. Emoções são reações a coisas que vocês não compreendem realmente. Pensem no que acontece quando vocês são tomados por um acesso de raiva. Por exemplo, quando alguém inesperadamente fere os seus sentimentos e vocês começam a ficar com raiva. Vocês podem sentir isso muito claramente no seu corpo: vocês começam a sentir a energia ficando tensa em algumas partes. Esta tensão física ou aperto, que segue o choque energético, mostra que há algo que vocês não compreendem. Existe uma energia vindo ao encontro de vocês, que vocês acham que é injustificada. O sentimento de ser tratado injustamente – em resumo, o não-entendimento – é expressado através da emoção. A emoção é a expressão do não-entendimento, é uma explosão energética e uma liberação.
Quando isto acontece, vocês se confrontam com as seguintes escolhas: o que vou fazer com esta emoção? Vou basear meu comportamento atual nela? Vou usar isto como um combustível para as minhas reações a outras pessoas? Ou vou deixar essa emoção aí e basear minhas ações em outra coisa?
Antes de responder estas perguntas, quero explicar a natureza dos sentimentos.
Essencialmente, as emoções são explosões de mal-entendimento que vocês podem perceber claramente no corpo. Sentimentos, por outro lado, são de uma natureza diferente e também são percebidos de forma diferente. Eles são os sussurros da alma, que chegam a vocês através de leves cutucadas, de um conhecimento interior, ou uma súbita ação intuitiva que mais tarde vai se revelar muito sábia.
As emoções sempre carregam algo muito intenso e dramático dentro delas. Pensem nos ataques de ansiedade, pânico, raiva ou tristeza profunda. As emoções dominam vocês completamente e empurram vocês para longe do seu centro espiritual. No momento em que vocês estão altamente emocionais, vocês estão cheios de um tipo de energia que os afasta do seu centro, da sua clareza interior. Neste sentido, as emoções são como nuvens encobrindo o sol.
Com isto, não quero dizer nada contra as emoções. As emoções não deveriam ser reprimidas; elas são muito valiosas como um meio para vocês conhecerem a si próprios mais intimamente. O que eu quero é declarar qual é a natureza da energia emocional: ela é uma explosão de mal-entendimento. As emoções essencialmente tiram vocês do seu centro. 
Os sentimentos, por outro lado, levam vocês mais profundamente para dentro de si mesmos, para o seu centro. Os sentimentos são intimamente associados àquilo que vocês chamam de intuição. Os sentimentos expressam uma compreensão mais elevada, um tipo de compreensão que transcende tanto as emoções quanto a mente.
Os sentimentos têm origem num reino não-físico, fora do corpo. É por isso que eles não são tão claramente localizados em um ponto do corpo físico. Pensem no que acontece quando vocês percebem alguma coisa, um ambiente ou um humor, ou quando vocês têm pressentimentos sobre alguma situação. Nessas ocasiões, existe um tipo de conhecimento com vocês, que parece vir de fora, e que não é uma reação sua a alguma coisa externa. Vocês o recebem de fora, mas ele vem “do nada”. Em tais momentos, vocês podem sentir alguma coisa se abrir no chakra do coração.
Existem vários momentos em que esse conhecimento interior vem para vocês. Por exemplo, vocês podem “saber” alguma coisa a respeito de alguém sem ter conversado muito com ele ou ela. Vocês podem perceber alguma coisa a respeito de vocês dois, que mais tarde desempenhará um papel importante no seu relacionamento, mas que não é fácil de ser definido com palavras – “é simplesmente uma sensação” – e com certeza não é entendido facilmente pela mente (Estes são os momentos em que a sua mente se torna cética, dizendo-lhes que vocês estão inventando coisas ou ficando loucos).
Eu gostaria de mencionar uma outra energia que tem uma natureza mais de “sentimento” do que de emoção. É a alegria. A alegria pode ser um fenômeno que transcende o emocional. Algumas vezes, vocês podem sentir uma alegria interna que os eleva, sem uma razão especial. Vocês sentem a divindade dentro de si mesmos e a sua conexão íntima com tudo que existe. Este sentimento pode vir para vocês quando vocês menos esperam. É como se vocês fossem tocados por algo Maior, ou tocassem uma realidade Maior. Os sentimentos não são convocados tão facilmente e parecem vir para vocês “do nada”. As emoções quase sempre têm um causa clara e imediata: um disparador no mundo exterior que “aperta os seus botões”.
Os sentimentos originam-se nas dimensões do seu Ser Superior. Vocês precisam estar quietos internamente, para poder captar esses sussurros do seu coração. As emoções podem perturbar esse silêncio e essa paz interiores. Portanto, é vital que vocês se tornem emocionalmente calmos e curem e liberem as emoções reprimidas. É só através dos seus sentimentos, que os conectam com a sua alma, que vocês podem tomar decisões equilibradas.
Estando quietos e em paz, vocês podem sentir com todo o seu ser o que é certo para vocês, num determinado momento. Tomar decisões com base na emoção é tomar decisões a partir de uma posição não-centrada. Vocês precisam liberar as emoções primeiro e entrar em contato com o seu centro interno, onde existe clareza. 
Agora vamos à questão de como vocês podem lidar melhor com as emoções.
Eu disse que “os sentimentos são seus professores e as emoções são as suas crianças”. Os paralelos entre “ser emocional” e “ser como uma criança” são notáveis. Sua “criança interior é a sede das suas emoções. Inclusive existe uma semelhança notável entre a forma com que vocês lidam com as suas emoções e a forma com que vocês lidam com as suas crianças (de verdade).
A criança é sincera e espontânea em suas emoções e não as esconde nem as reprime, até que os adultos a incentivam a fazer isso. Entretanto, o fato da criança expressar espontaneamente as suas emoções não significa que ela vivencia as suas emoções de uma forma equilibrada. Todo mundo sabe que uma criança pode ser levada por suas emoções (raiva, medo ou tristeza) e muitas vezes é incapaz de pôr um fim nelas. Em tais situações, a criança pode quase se afogar nas suas emoções e isto faz com que ela se desequilibre, ou seja, fique fora do seu centro.
Uma das razões para esta emotividade incontrolada é que a criança acabou de sair de um mundo no qual quase não existem limites. Nas dimensões etéricas ou astrais, não há restrições ou limitações como as que existem no reino físico, dentro de um corpo físico. As emoções das crianças geralmente são “reações de mal-entendimento” a esta realidade física. Portanto, a criança precisa de ajuda e apoio, quando ela começa a lidar com as suas emoções. Isto é uma parte do processo de “encarnar equilibradamente” na Terra.
Então, como vocês podem lidar com as emoções, sejam elas as suas próprias ou dos seus filhos?
As emoções não deveriam ser julgadas nem reprimidas. As emoções são uma parte vital de vocês, como seres humanos, e assim elas precisam ser respeitadas e aceitas. Vocês podem olhar para as suas emoções como se fossem seus filhos, que precisam da sua atenção e respeito, e da sua orientação.
A melhor forma de se encarar uma emoção é como uma energia que vem a vocês para a cura. Portanto, é importante que vocês não sejam totalmente arrebatados pela emoção, mas que se mantenham aptos a olhar para ela de uma posição neutra. É importante que se mantenham conscientes. Podemos colocar esta questão da seguinte forma: vocês não deveriam reprimir uma emoção, mas também não deveriam mergulhar nela. Pois, quando vocês se afundam na emoção, quando vocês se identificam com ela completamente, a criança em vocês torna-se um tirano que os desviará do caminho.
A coisa mais importante a fazer com uma emoção é permitir que ela aflore, sentir todos os seus aspectos, mas sem perder a consciência enquanto isso. Tomem por exemplo a raiva. Vocês podem convidar a raiva a estar completamente presente, experienciá-la em diversos pontos do corpo de vocês e, enquanto isso, ao mesmo tempo, vocês ficam observando-a de uma forma neutra. O que acontece, então, é que vocês abraçam a emoção – que é essencialmente uma forma de mal-entendimento – com a compreensão. Isto é alquimia espiritual.
Por favor, deixem que eu explique isto com a ajuda de um exemplo. Digamos que o seu filho tenha batido o joelho na mesa e esteja realmente com muita dor. Ele está perturbado, zangado, berrando de dor, e chuta a mesa, porque está bravo com ela. Ele acha que a mesa é a causadora da sua dor.
Orientar emocionalmente, neste momento, quer dizer que o pai primeiro ajuda a criança a definir a sua experiência:- “Você está bravo, não está? Você está com dor, certo?” Definir é essencial. Assim o pai transfere a raiz do problema da mesa para a própria criança. “O problema não está na mesa. É você que está machucado, é você que está bravo. E, sim, eu entendo a sua emoção!”
O pai abraça a emoção da criança com compreensão, com amor. No momento em que a criança se sente compreendida e reconhecida, sua raiva gradualmente se desvanece. A dor física pode ainda estar presente, mas a resistência da criança à dor, a raiva relacionada com ela, podem se dissolver. A criança percebe a compaixão e a compreensão nos olhos do pai e isso acalma e suaviza suas emoções. A mesa, a causa das emoções, não é mais relevante.
Ao abraçar uma emoção com compreensão e compaixão, o pai muda o foco de atenção da criança do exterior para o interior, e ensina a criança a se responsabilizar pela emoção. Ele está mostrando ao filho que sua reação a um causador externo não é o habitual, mas que é uma questão de escolha. “Você pode escolher a incompreensão ou a compreensão. Você pode escolher brigar ou aceitar. Você pode escolher.”
Isto também se aplica ao relacionamento de vocês com as suas próprias emoções, com a sua própria criança interior. Permitir que as suas emoções aflorem, defini-las e fazer um esforço para compreendê-las, significa que vocês realmente respeitam e tratam com carinho a sua criança interior. Fazer a mudança do “externo” para o “interno”, responsabilizando-se pela emoção, ajuda a criar uma criança interior que não quer machucar ninguém e que não quer sentir-se vitimada. Emoções fortes – seja raiva, tristeza ou medo – sempre têm o componente da impotência, isto é, o sentimento de que vocês são vítimas de algo que está fora de vocês. O que acontece quando vocês não se focalizam nas circunstâncias externas e sim na sua própria reação e na sua dor, é que vocês “demitem” o mundo externo do papel de causador das suas emoções. Vocês já não se importam tanto com o que deu origem à emoção. Vocês voltam-se completamente para dentro e dizem a si mesmos: “Está bem, esta foi a minha reação e eu entendo o porquê. Eu entendo porque eu me sinto deste jeito, e eu vou apoiar a mim mesmo nisto.” 
Voltar-se para as suas emoções de uma forma tão amorosa é libertador. Isso requer uma certa auto-disciplina. Liberar a realidade externa do papel de “fonte do mal” e assumir totalmente a responsabilidade significa que vocês reconhecem que “escolhem reagir de uma determinada maneira”. Vocês param de discutir sobre quem está certo e quem está errado, quem é culpado pelo o que, e vocês simplesmente liberam toda a cadeia de situações que ocorreram fora do seu controle. “Agora eu vivencio esta emoção totalmente consciente de que eu escolho fazer isto.” Isto é assumir a responsabilidade. Isto é coragem!
A auto-disciplina, neste caso, é desistir de ser o correto e de ser a vítima indefesa. É desistir de sentir raiva, de se sentir mal-compreendido e de todas as outras expressões da condição de vitima, das quais muitas vezes vocês até gostam (Na verdade, vocês freqüentemente alimentam as emoções que mais os incomodam). Responsabilizar-se é um ato de humildade. Significa ser honesto consigo mesmo, inclusive nos seus momentos de maior fraqueza.
Esta é a auto-disciplina que é solicitada de vocês. Ao mesmo tempo, esta espécie de volta para dentro requer a mais alta compaixão. A emoção que vocês estão sinceramente preparados para encarar como sua própria criação, também é vista com amável compreensão. “Você escolheu a raiva, desta vez, não foi?” – isto pode ser o que vocês vão descobrir a respeito de si mesmos. A compaixão lhes diz: “Está bem, eu posso perceber a razão disto, e eu o perdôo. Talvez se você sentir mais claramente o meu amor e o meu apoio, você não vai sentir-se inclinado a ter essa reação na próxima vez.”
Este é o verdadeiro papel da consciência na auto-cura. É isto que a alquimia espiritual significa. A consciência não luta nem rejeita coisa alguma, ela envolve a escuridão com a percepção. Ela envolve as energias da incompreensão com a compreensão e assim transforma metal em ouro. Consciência e amor são essencialmente a mesma coisa. Ser consciente significa deixar que algo exista e rodeá-lo com amor e compaixão.
Freqüentemente vocês pensam que a “consciência sozinha” não é suficiente para superar os seus problemas. Vocês dizem: “Sei que eu tenho uma emoção reprimida, conheço a causa dela, estou consciente, mas ela não vai embora.”
Neste caso, existe dentro de vocês uma resistência sutil a essa emoção. Vocês mantêm essa emoção à distância, de medo de serem dominados por ela. Mas vocês nunca são dominados por uma emoção, quando vocês conscientemente escolhem admiti-la.
Enquanto vocês mantêm a emoção à distância, vocês estão em guerra contra ela; vocês estão lutando contra a emoção e ela se voltará contra vocês de inúmeras formas. Vocês não conseguirão deixá-la do lado de fora, no fim. Ela se manifestará no seu corpo, como uma dor ou tensão, ou como sentimentos de depressão. Sentir-se abatido ou aborrecido freqüentemente é um sinal claro de que se está reprimindo certas emoções.
A questão é que vocês precisam permitir que as emoções penetrem completamente na sua consciência. Se vocês não sabem exatamente que emoções estão lá, vocês podem muito bem começar sentindo as tensões no corpo de vocês. Isto é uma porta para as emoções. No seu corpo, tudo é armazenado. Por exemplo, se vocês sentem dor ou tensão na área do estômago, vocês podem ir até lá com a sua consciência e perguntar o que está acontecendo. Deixem que as células do seu estômago falem com vocês. Ou imaginem que há uma criança bem ali. Peçam à criança que lhes mostre qual é a emoção predominante nela.
Existem várias maneiras de contatar as emoções que estão dentro de vocês. É vital compreender que a energia que ficou presa na emoção quer se movimentar. Esta energia quer ser libertada e, assim, ela bate à sua porta sob a forma de um problema físico ou uma sensação de estresse ou depressão. Para vocês, é uma questão de realmente se abrir e estar preparado para sentir a emoção.
As emoções são parte da sua realidade terrena, mas elas não deveriam dominar vocês. As emoções são como as nuvens para o sol. Por isso é importante estar atento às suas emoções e lidar com elas conscientemente. Com um corpo emocional limpo e equilibrado, é muito mais fácil contatar a alma de vocês, ou o seu âmago, através da sua intuição.
Na sua sociedade, existe muita confusão a respeito das emoções. Isto é evidente, entre outras coisas, pela quantidade de debates e confusão que existe em torno de como criar seus filhos. As crianças são claramente muito mais espontâneas emocionalmente do que os adultos. Isto cria dificuldades. E se algumas das suas fronteiras morais forem atravessadas? E se a situação sair do controle e surgir  o caos? Deve-se disciplinar as crianças ou deixá-las expressarem-se livremente? As emoções delas devem ser controladas, ou não?
O que é importante na educação de uma criança é que ela aprenda a entender as suas emoções; entender de onde elas vêm e assumir a responsabilidade por elas. Com a ajuda de vocês, a criança pode aprender a ver suas emoções como “explosões de incompreensão”. Este entendimento evita que a criança “se afogue” nas suas emoções e saia do controle. O entendimento liberta e a traz de volta ao seu próprio centro, sem reprimir as emoções. Os pais ensinam seus filhos a lidar com as emoções deste modo, ao serem o exemplo vivo disso.
Todas as perguntas que vocês têm a respeito de como lidar com seus filhos também se aplicam a vocês mesmos. Como vocês enfrentam as suas próprias emoções? Vocês são duros consigo mesmos? Quando vocês ficam zangados ou tristes por muito tempo, vocês disciplinam a si mesmos, dizendo “vamos lá, mexa-se e não demore!”? Vocês suprimem a emoção? Vocês sentem que é bom e necessário disciplinar a si mesmos?
Quem lhes ensinou isto? Foi um dos seus pais?
Ou vocês vão para o outro extremo? Isto é, vocês “mergulham” nas suas emoções, não querendo se desapegar dela. Este também é um caso freqüente. Vocês podem ter sentido, durante muito tempo, que eram vítimas de alguma situação externa a vocês, como por exemplo, a sua educação, o seu parceiro ou o seu ambiente de trabalho. Num certo momento, pode ter sido muito libertador entrar em contato com a raiva que estava dentro de vocês, relacionada com coisas negativas que os influenciaram. A raiva pode permitir que vocês se libertem dessas influências, e sigam seu próprio caminho. No entanto, vocês podem ficar tão enamorados da sua raiva, que não queiram mais soltá-la. Ao invés de se tornar uma porta, ela se torna um “modo de vida”. Surge então uma forma de estado de vítima, que é tudo menos curativa. Ela impede-os de se manter verdadeiramente no seu próprio poder. É muito importante responsabilizar-se por suas emoções e não fazer delas “verdades absolutas”. Quando vocês lhes dão o status de verdades ao invés de enxergá-las como “explosões de incompreensão”, vocês baseiam suas ações sobre elas, e isso leva a decisões não centradas.
O mesmo acontece com crianças a quem é dada muita liberdade emocional. Elas “têm acessos de fúria” e ficam incontroláveis; elas tornam-se pequenos tiranos, e isto não está certo. O caos emocional é tão desagradável para a criança como é para os pais.
Em resumo, vocês podem ser, ou muito rigorosos ou muito brandos, ao lidarem com as suas emoções (e analogamente, com os seus filhos). Quero aprofundar-me um pouco mais no modo “brando”, pois esse parece estar mais em uso hoje em dia. Desde os anos sessenta, tem havido uma compreensão coletiva de que suprimir as emoções não funciona, porque isso sufocaria a espontaneidade e criatividade – na verdade, a própria alma. A sociedade produziria crianças obedientes e disciplinadas, que dariam mais importância às regras do que aos sussurros do coração, o que seria uma tragédia – tanto para a sociedade quanto para o indivíduo.
Mas, o que vocês me dizem do outro extremo: justificar as emoções de tal modo, que elas tomem as rédeas e governem a sua vida?
Vocês podem observar, dentro de si mesmos, se existem emoções que vocês alimentam de tal forma, que realmente as enxergam como verdades (no lugar de enxergá-las como o que elas realmente são: explosões de incompreensão). Vocês se identificaram com estas emoções. O paradoxo é que, muito freqüentemente, essas são emoções que lhes causam muito sofrimento. Por exemplo: o estado de vítima (“Eu não posso fazer tal coisa”, “Eu não posso evitar isto”), a liderança (“Eu cuidarei disto”, “Eu dou um jeito.”), tristeza, medo, ansiedade, etc... Todas estas emoções são dolorosas mas, em um outro nível, elas lhes dão algo em que se agarrar.
Vejam a “sensação de vítima”, por exemplo. Pode haver vantagens neste padrão de sentimento. Ele pode dar-lhes uma sensação de segurança. Ele os libera de certas obrigações e responsabilidades. “Não posso evitar isto, não é mesmo?”. Vocês estão sentados num canto escuro, mas lhes parece um canto seguro.
O perigo de se identificar ou “se fundir” com esse tipo de padrão de sentimento por muito tempo, é que vocês perdem contato com a sua própria liberdade verdadeira, com o seu centro íntimo e divino.
Algumas coisas podem ter entrado na vida de vocês, que provocaram, justificadamente, emoções de raiva e ressentimento em vocês. Isto pode ter acontecido na sua juventude, mais tarde, ou até em vidas passadas. É muito importante que vocês contatem essas emoções conscientemente, e percebam a raiva, a tristeza e qualquer outra energia intensamente carregada, dentro de vocês. Mas, num certo momento, vocês precisam responsabilizar-se pelas suas emoções, pois elas constituem as suas reações a um acontecimento externo.
Estar centrado, ser claro e poderoso e espiritualmente equilibrado, significa que vocês assumem a responsabilidade por todas as emoções que estão em vocês. Vocês podem, então, reconhecer a emoção da raiva (por exemplo) dentro de si mesmos e, ao mesmo tempo, dizer: “Esta foi a minha reação a certos acontecimentos. Eu envolvo esta reação com compreensão mas, ao mesmo tempo, eu tenho a intenção de liberá-la.”
Em última análise, a vida não é uma questão de estar certo; é uma questão de ser livre e inteiro. É muito libertador liberar as velhas reações emocionais que acabaram tornando-se um “estilo de vida”.
Pode-se dizer que tudo se trata de um caminho intermediário sutil entre suprimir as emoções e afogar-se nelas. Dos dois lados, vocês foram criados com opiniões e ideais que não estão de acordo com a natureza da alquimia espiritual. A essência do crescimento espiritual é que vocês não suprimem nada, mas, ao mesmo tempo, assumem total responsabilidade por isso.
“Eu sinto isto, eu escolho esta reação, para que eu possa curá-la.” Reivindicar a sua maestria – na verdade, é disto que se trata a minha mensagem de hoje.
Talvez não seja realmente um caminho intermediário, mas um caminho diferente. Trata-se da maestria espiritual. Ao aceitarem tudo que existe dentro de vocês, vocês elevam-se acima disso e tornam-se o seu mestre. A maestria é tanto forte, quanto gentil. Ela é muito  tolerante, mas também exige muita disciplina: a disciplina da coragem e da honestidade.
Reivindiquem a sua maestria, tornem-se mestres de todas as porções de emoção que os torturam, muitas vezes pelas suas costas. Entrem em contato com elas, assumam a responsabilidade. Não se deixem levar por feridas emocionais inconscientes, que desviam vocês e bloqueiam o seu caminho para a liberdade interior. É a sua consciência que cura. Ninguém mais pode restaurar o poder sobre as suas próprias emoções, além de vocês mesmos. Não existem ferramentas ou meios externos para tirar essas emoções de vocês. É quando vocês se tornam conscientes delas, com força, determinação e compaixão, que elas são liberadas para a Luz.
Tornar-se inteiro e livre, no nível emocional, é um dos aspectos mais importantes do crescimento espiritual.
Quero terminar dizendo: não tornem isto mais difícil do que é. O caminho espiritual é um caminho simples. Tem a ver com o amor por si mesmo e com a claridade interior. Não requer nenhum conhecimento especifico, nem rituais específicos, nem regras, nem métodos. Todas as coisas que vocês precisam para o seu crescimento espiritual está dentro de vocês mesmos.
Em um momento de quietude, vá para a sua parte sentimental. Deixe que a sua parte sentimental lhe diga o que precisa ser clareado e limpo dentro de você. Confie na sua intuição. Trabalhe nela. Acredite em si mesmo. Você é o mestre da sua própria vida, o mestre do seu caminho único para o amor e a liberdade.
 

Jeshua canalizado por Pamela Kribbe

Esta canalização foi apresentada para uma audiência ao vivo, no dia 6 de fevereiro de 2005, em Haarven, Holanda.
O texto falado foi ligeiramente modificado para facilitar a leitura.

© Pamela Kribbe 2005
www.jeshua.net

Tradução para o português: Vera Corrêa  veracorrea46@ig.com.br
Revisão: Luiz Corrêa

Com Amor, Dja

Wednesday, December 2, 2015

Responsability - Responsabilidade

I feel giddy about moments that pull, drag, or usher us further toward the experience of our wholeness. One of these awareness crescendos happened for me in the office of a wise therapist (as some of us know, not all of them are helpful, and my persevering in this department has always paid off). I had been sharing a story in which I saw myself “the victim”—my chest was deflated, my breath shallow, and I felt entirely disempowered. My therapist sat for a moment in silence. And looked at me with a look of empathy and a readiness to kindly challenge me (which I truly appreciate).
“What would life look like, Alanis, if you took 100% of responsibility for what was appropriate for you to take responsibility for 100% of the time?”
“Wow,” I said. “It sounds exhausting. It sounds like non-stop bootstraps pulled up. It also sounds very exciting.”
She smiled—and went on to explain. “It is being in the victim mode, the blaming mode, the self-pity mode that goes part and parcel with being disempowered, and being unable to effectuate any change in a positive direction for you.” 
I felt daunted by this charge. I could see that my buckling into victim-consciousness may have had some element of comfort in it, even some dreg of justification if I were to search for it … but it never yielded energy in me, nor did it yield a sense of agency in my life. I knew what she was asking of me was deeply sound.
Upon leaving her office, I experimented with what 100% responsibility-taking might look like. What I noticed was very different from the complete overwhelm certain parts of me had feared. My actual experience was on the other end of the spectrum. I had more energy, not less. I felt strong, clear, and inner-directed far more consistently because I was taking responsibility for what was appropriate for me to claim as my responsibility.
Ultimately, when I take responsibility for something that is not mine to take responsibility for, I can tell by how my body feels. I feel a burning and a tinge of anger—I watch for this somatic indication to signal when I might be inappropriately owning something that is someone else’s to own.
Colin Tipping writes beautifully about responsibility via the feeling of guilt. He teaches that appropriate guilt is feeling earned remorse for not taking responsibility for something I’m directly responsible for, and inappropriate guilt is where something happened where I had no part in the causation—and I’m therefore not entitled to take responsibility. Byron Katie also writes about the difference between when I am in someone else’s or god’s business—and no longer in my own. With my own business being the ONLY area in which I CAN take responsibility.
Knowing what is our responsibility versus what is not ours takes a sense of discernment and an awareness of functional boundaries—a topic I will touch on over the next weeks to come (and one that Pia Mellody nails in her book The Intimacy Factor).
From direct personal experience, I know that taking hyper-responsibility feels incredible. It also feels peaceful. The feedback that I have gotten is that people feel safer around me. I also notice that I won’t act out in blame as much. Yes, I still experience anger when there is a transgression made with my own boundaries (by myself or someone else). But I don’t feel as collapsed and impotent as being irresponsible had me feeling. The way responsibility was sold to us in the past was that somehow we as human beings don’t want to take responsibility. That somehow we aren’t built for it on an instinctual animal level. And of course why would we want to “own our stuff” when it’s thought to be a kind of arduous obligation, defined as a beleaguering ownership of something that may or may not be ours to begin with—often the ownership of which is demanded of us by a punishing and guilt-tripping parent, boss, or partner. It makes sense why so many of us have steered away from immediately saying “my bad”!
My own experience as a boss, as a friend, as a wife, a mom, etc., is that we-in-our-team generally live in a responsibility-taking climate. We are all very quick to say “woops,” or “sorry”(sorry for having created a consequence that was unpleasant, not sorry for LIVING, an important distinction to be made 😉 or “I did that, it wasn’t him.” We know and trust that we will be thanked for our responsibility-taking and that we will all move on very quickly and with good will. As it turns out, taking responsibility is a QUICK ACT. Something happens, I own my part (or they own their part, or both). We thank each other. Clean up whatever mess may need cleaning up. And we move on with a clean slate. Punishment-free. DONE! The other options of defensiveness, blame, attack, excuses, explanations, lying, power struggling, and the like, wreak so much havoc on trust and bonds (and finances when it get litigious!). Owning your part (more easily done when knowing you don’t live or work in a punitive climate) allows things to get cleaned up with great integrity, great love, and at a great speed. Everyone learns something or feels empowered for having set a boundary—and we move on. This all feels so humane to me…
Also, it’s worth noting that a sense of obligation or duty is not the same as responsibility. It might be semantics, because certainly “duty” or “honor” or even “obligation” can align us at times with our integrity. But at that point, isn’t it an empowered choice rather than a dragging-ass “have-to”?
In my quest, I began to—and continue to—take inventory of each of the primary areas of responsibility: financial, emotional, physical, spiritual (which, for me, includes responsibility for the earth), as well as an area that psychologist Margaret Paul brilliantly identified as organizational—taking responsibility for my own time and space management.
I can distill three distinct areas of responsibility that stood out for me throughout inventorying the above five:
  • #1 THE RESPONSIBILITY OF PHYSICAL WELL-BEING:

    I am responsible for meeting my body’s needs. Caring for my own physical well-being enables me to continue to serve, to give, to love and be loved. I’m responsible for making sure I eat well, sleep enough, exercise, groom, seek help when I need it, go to the doctor, reach out to a therapist, a group, a friend, to decompress, offer TLC to myself, and otherwise ensure that I am available for the whole of life. I am also responsible for setting boundaries with my intellect, my feelings, and for being clear about what feels comfortable and safe physically and sexually. (I am aware of this inalienable right that many of us have on this earth, and yet one that so many are still not offered or granted in other cultures. See responsibility #3 for this…)
  • #2 THE RESPONSIBILITY OF DIRECT COMMUNICATION:

    I am responsible for speaking up and communicating respectfully and directly. When it comes to my relationship with my own needs, wants, feelings, or values for example, it’s essential that I know what they are so that I can ask for them to be met when that is appropriate, understanding that no one can read my mind, nor is anyone obligated to meet them—that their listening or meeting any of my needs is a gift to me. And I’m responsible for speaking up when there has been a violation of any of my own boundaries, as well as expressing gratitude and appreciation when there are kindnesses and generosities bestowed on me (aka, good manners and graciousness).  
Across the board—from the personal to the planetary—I am responsible for the messages I’m sending, whether something I articulate in words or an energy I’m transmitting through my thoughts, feelings, or physical gestures and body language. How and what I communicate has an impact on other people and, often, the planet. Being accountable for this impact is integral to my role as a part of our human family. And it is empowering to know and own this.
  • #3 THE RESPONSIBILITY OF LOYALTY and CARE:

    I am responsible for that which I have been entrusted to take care of, for that which or whom I have committed myself to—firstly, my husband, my child, and my pets. I also take an active role in the well-being and healing journey of my extended family and friends, and I am responsible for the things and places I call “mine”—all that I am privileged to protect, nurture, and love. In a more macro-vocational way, I am—as part of a big planetary team—partly responsible for considering and caring for the wider world. The children, the animals, and people of the planet who are in need—we all beautifully rely on each other.
Responsibility-taking is SO alluring to me now because of how uplifted I feel while taking it. When it is appropriate, when it is my responsibility to claim and I do so, I feel empowered, grounded, rooted, home, volitional. There is a grace, an ease, a power, and a speed that comes along with it. (When it is not my responsibility, or I have over-extended beyond the part that is healthy and mine to own, I feel depleted and resentful—another reliable gauge for me.)
The victim mindset that can swoop in when I’m afraid to fully show up is greatly calmed by the following:
  1. Quickly investigating and feeling all the feelings that block me from my own responsibility-taking liberation. Often there are many to move through: shame, guilt, fear of being punished, fear of humiliation, fear of “losing,” and mistrust, among others. All valid and understandable feelings, but none of them worthy of holding me back in my life by not feeling them. Feeling them softens their hold on me.  And then…
  1. Venting and processing about that.  And then, inevitably…
  1. A return to empowerment.
The above process is predictable now, I rely on it. One leads to the other … then leads to the other.
Taking responsibility does NOT mean NOT feeling sadness, or disappointment, or GRIEF. Being an empowered human being absolutely leaves plenty of room to grieve the pain of having genuinely been a victim at various moments in my life—for certainly this is often, sadly and accurately, the case. These emotions of grief and sadness, etc. are emotions that come along with being human, living in a world of adorable and harrowing fallibility and vicissitudes. When I talk about responsibility-taking, I am speaking about foregoing the needless and circular SUFFERING that comes from buckling into victim consciousness—this is something beyond feeling these very natural feelings of sadness and loss.
Responsibility-taking at its best allows us to feel all our feelings about something (whether it is from a present circumstance or past ones), while also feeling empowered to move forward, set boundaries, communicate, and CARE our way into the life of deep alignment and greater peace.
xo
a

Thank you, Alanis...
Love, Dja

Friday, July 17, 2015

Forgiveness - Perdão

Alanis Morissette on Forgiveness

Forgiveness isn't a debt, nor is it a duty. Forgiveness isn't a merit nor is it gratitude.
It isn't a service, nor is it charity. Forgiveness isn't found, nor is it withheld...
-Dja Pierce


O perdão não é uma dívida, nem é um dever. O perdão não é um mérito, também não é gratidão.
Ele não é um serviço e tão pouco uma caridade. O perdão não é encontrado, e nem retido...
-Dja Pierce

Love, Dja

Thursday, July 16, 2015

O Que Você Faria? - What Would You Do?

O ÚLTIMO DIA

By PAULINHO MOSKA

 


 

Meu amor
O que você faria se só te restasse um dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?

Ia manter sua agenda
De almoço, hora, apatia?
Ou esperar os seus amigos
Na sua sala vazia?

Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?

Corria prum shopping center
Ou para uma academia?
Pra se esquecer que não dá tempo
Pro tempo que já se perdia?

Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?

...

Andava pelado na chuva?
Corria no meio da rua?
Entrava de roupa no mar?
Trepava sem camisinha?

Meu amor
O que você faria?
O que você faria?

Abria a porta do hospício?
Trancava a da delegacia?
Dinamitava o meu carro?
Parava o tráfego e ria?

Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?
Me diz o que você faria? 

 

Love, Dja

Friday, May 15, 2015

Ela Desaparece - She Disappears

Tudo Em Mim Desaparece Na Dança...
Com Amor,
Dja Putin

Descrente E Ainda Assim Feliz - Hopeless And Yet Happy

O Universo Na Cabeça Do Alfinete

-Lenine

Pequeno e ainda assim imenso
Calado e ainda assim intenso
Pesado e ainda assim flutua
Veneno e ainda assim me cura
Quando um sentimento fica assim fora de si
Coração perde a cabeça e o juízo voa
O universo na cabeça do alfinete
Tudo brilha diferente no olho da pessoa
Tudo brilha diferente no olho da pessoa
Parado e ainda assim ligeiro
Inteiro e ainda assim partido
Doído e ainda assim contente
Descrente e ainda assim feliz
Quando um sentimento fica assim fora de si
Coração perde a cabeça e o juízo voa
O universo na cabeça do alfinete
Tudo brilha diferente no olho da pessoa
Tudo brilha diferente no olho da pessoa 

http://www.lenine.com.br/

Válvula Do Que Escondemos

Tingido de cortes pequenos,
A pele que escurece 
Enquanto,
 Debaixo do sol ardente
 De doçuras,
Contemplamos os extremos...
Entre o céu azul de amarguras e 
O subterrâneo que esquecemos...
Partido por dores e
Junto a sorrisos serenos,
O vasto espaço que 
Abriga a tese,
~A distância que não impede
Nem altera a presença indignada.
A tranquila chegada e
A leve marcha que dançaremos...~
O produto dos meus impulsos,
Diurno e noturnos afagos
Que trocaremos...
Uma vez ou, 
Mais de uma prece que, 
Pronunciou seus atos,
Qnde apenas o vazio
Entendemos...
~Se procuro por meus laços,
Se encontrasse o vácuo,
De mera ternura esqueçemos,
 Quando não enlouquecemos.~
Aqueles que passam por mim,
Os que passam seu tempo 
Sem se diminuir,
Fazem de perder a cura,
Se a cura for
O que não fazemos.
Parte do que de pronto sou,
~Um tonto ou o que chove
quando amo,
Com Ou Sem O Impulso Do Músculo,
Que o coração busca bater,
Batendo...~

Com Amor,
Djanine Putin
Setembro 30 De 2022 

Wednesday, May 13, 2015

One Drop - Uma Gota

Win a Beautiful Day in Montreal with U2!

Want to win a trip for 2 to Montreal to meet U2 backstage? You’ll get VIP tickets to their concert and also get an exclusive tour of the Cirque du Soleil creative studios!
It’s going to be an awesome, unique experience and it could be yours if you join them in supporting One Drop in their efforts to make safe water and sanitation accessible to all!
But we’ll let Bono himself tell you more! Watch his video message below and go to

Prizeo.com/Bono for your chance to win!



Love, Dja


Tuesday, May 12, 2015

Stuff - Coisas


Surprising Statistics That Reveal How Much Stuff We Actually Own

Most of us know we own too much stuff. We feel the weight and burden of our clutter. We tire of cleaning and managing and organizing. Our toy rooms are messy, our drawers don’t close, and our closets are filled from top to bottom. The evidence of clutter is all around us.
Today, increasing data is being collected about our homes, our shopping habits, and our spending. The research is confirming our observation: we own too much stuff. And it is robbing us of life.
Here are 21 surprising statistics about our clutter that help us understand how big of a problem our accumulation has actually become.

1. There are 300,000 items in the average American home (LA Times).
2. The average size of the American home has nearly tripled in size over the past 50 years (NPR).
3. And still, 1 out of every 10 Americans rent offsite storage—the fastest growing segment of the commercial real estate industry over the past four decades. (New York Times Magazine).
4. While 25% of people with two-car garages don’t have room to park cars inside them and 32% only have room for one vehicle. (U.S. Department of Energy).
5. The United States has upward of 50,000 storage facilities, more than five times the number of Starbucks. Currently, there is 7.3 square feet of self storage space for every man, woman and child in the nation. Thus, it is physically possible that every American could stand—all at the same time—under the total canopy of self storage roofing (SSA).
6. British research found that the average 10-year-old owns 238 toys but plays with just 12 daily (The Telegraph).
7. 3.1% of the world’s children live in America, but they own 40% of the toys consumed globally (UCLA).
8. The average American woman owns 30 outfits—one for every day of the month. In 1930, that figure was nine (Forbes).
9. The average American family spends $1,700 on clothes annually (Forbes).
10. While the average American throws away 65 pounds of clothing per year (Huffington Post).
11. Nearly half of American households don’t save any money (Business Insider).
12. But our homes have more television sets than people. And those television sets are turned on for more than a third of the day—eight hours, 14 minutes (USA Today).
13. Some reports indicate we consume twice as many material goods today as we did 50 years ago (The Story of Stuff).
14. Currently, the 12 percent of the world’s population that lives in North America and Western Europe account for 60 percent of private consumption spending, while the one-third living in South Asia and sub-Saharan Africa accounts for only 3.2 percent (Worldwatch Institute).
15. Americans donate 1.9% of their income to charitable causes (NCCS/IRS). While 6 billion people worldwide live on less than $13,000/year (National Geographic).
16. Americans spend more on shoes, jewelry, and watches ($100 billion) than on higher education (Psychology Today).
17. Shopping malls outnumber high schools. And 93% of teenage girls rank shopping as their favorite past time (Affluenza).
18. Women will spend more than eight years of their lives shopping (The Daily Mail).
19. Over the course of our lifetime, we will spend a total of 3,680 hours or 153 days searching for misplaced items.The research found we lose up to nine items every day—or 198,743 in a lifetime. Phones, keys, sunglasses, and paperwork top the list (The Daily Mail).
20. Americans spend $1.2 trillion annually on goods and services on nonessential goods—in other words, items they do not need (The Wall Street Journal).
21. The $8 billion home organization industry has more than doubled in size since the early 2000’s—growing at a staggering rate of 10% each year (Uppercase).

The numbers paint a jarring picture of excessive consumption and unnecessary accumulation. Fortunately, the solution is not difficult. The invitation to own less is an invitation to freedom, intentionality, and passion. And it can be discovered at your nearest drop-off center.

 By J

Wednesday, May 6, 2015

Solutions - Soluções

The Story of Solutions

 A História Das Soluções

 

Love, Dja

Flow - Fluir

-Some Times It´s Easier To Call Jesus Directly- 
Pay Djanine, HOJEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
11/11/2022
It keeps moving, it's the flow. It won't wait for my second guesses. It won't stop for a minute to wonder. It is committed to moving, creating...
My comforts have many versions, and the flow will only see one truth.
My auto-pilot is blind, my senses shutdown and communication is only symbolic. The flow is flowing through what I thought I was, my cracks filled with what I can't describe... It gently guides me to embrace my unlabeled self.
No bargains nor infinite debts, no deals of silencing secrets kept prisoners in a present past. The flow won't betray. It is interested in the essence I overlook while I'm distracted trying to follow the processes of how I came to be... 


Why would I continue to foster the pain of not knowing how to stop hurting? Where is the shutoff switch? Out here, it only makes sense once is over. Out here there are provisions and conditions. I too can't forget the rules even when I give my best. Do we not deserve because we owe, or do we owe because we're not deserving? So the gambling goes on... 

The flow answers saying everything is Love or is asking for it. 
Then I'm back where I started; -Untamed, Unrestricted. Loved...

However briefly, Loved...

-Dja Putin